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	<title>PSmi</title>
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	<description>Empresa prestadora de serviços na área de informática</description>
	<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:53:04 +0000</pubDate>
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		<title>Provedoras oferecem solução provisória para medir velocidade da banda larga</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/provedoras-oferecem-solucao-provisoria-para-medir-velocidade-da-banda-larga</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 20:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Telefônica, Net, Oi e Embratel oferecem em seus sites links para o portal gratuito speedtest.com; prazo para oferecer software próprio acaba em 1/11.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">Telefônica, Net, Oi e Embratel oferecem  em seus sites links para o portal gratuito speedtest.com; prazo para  oferecer software próprio acaba em 1/11.</h2>
Desde ontem (29/02), as provedoras de internet banda larga estão  obrigadas a oferecer um software para mensurar a velocidade de conexão,  de acordo com a Resolução nº 574, aprovada em outubro de 2011 pela  Anatel. No entanto, em vez de oferecer um programa próprio, <span class="external-link">Telefônica</span>, <span class="external-link">Net</span>, <span class="external-link">Oi</span>, <span class="external-link">Embratel</span>, <span class="external-link">CTBC</span> e <span class="external-link">Cabo Telecom</span> estão  apenas redirecionando os internautas para o portal speedtest.com. Já o  link para o medidor, disponível em um banner no portal da empresa  mineira Sercontel, leva os clientes a uma <span class="external-link">página de erro</span>.

Em seus sites, as operadoras alertam os internautas que a forma de  mensurar a velocidade da banda larga é provisória e que o software  definitivo deverá estar disponível até 1º de novembro, fim do prazo  determinado pela Anatel.

A GVT diz, em seu site, que &#8220;não estabelece cláusula de velocidade  mínima oferecida nos planos de banda larga e tem o compromisso de  entregar a velocidade contratada pelo cliente&#8221;. A operadora já oferece,  desde 2009, uma ferramenta chamada <span class="external-link">Teste Power,</span> e também informou que disponibilizaria o link de acesso ao site  SpeedTest em destaque na página da companhia. Mas quando tentamos  acessar a seção &#8220;Teste de Velocidade&#8221; na opção &#8220;Banda Larga&#8221; <span class="external-link">fomos redirecionados para a home do site</span>.

A Sercomtel não respondeu os contatos da redação até o fechamento desta matéria.

A Anatel obriga operadoras fixas e móveis a entregar aos clientes um  percentual mínimo, que aumentará gradualmente, da velocidade de conexão  contratada  Muitas empresas garantem apenas 10% da taxa de download - ou  seja, se o plano é de 10 Mbps, entregam 1 Mbps.

As operadoras de internet fixa e de celular serão obrigadas a  oferecer no mínimo 20% da velocidade contratada a partir de novembro de  2012, 30% em 2013 e 40% em 2014.

Fonte:  <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/02/29/provedoras-oferecem-solucao-provisoria-para-medir-velocidade-da-banda-larga/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/02/29/provedoras-oferecem-solucao-provisoria-para-medir-velocidade-da-banda-larga/</a>]]></content:encoded>
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		<title>Brasil deve migrar para IPv6 até o início de 2013</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/brasil-deve-migrar-para-ipv6-ate-o-inicio-de-2013</link>
		<comments>http://www.psmi.com.br/noticia/brasil-deve-migrar-para-ipv6-ate-o-inicio-de-2013#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 18:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Teles se comprometeram a entregar até o meio do ano conexões para mercado corporativo com novo protocolo e também realizar testes com usuário final.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">Teles se comprometeram a entregar até o  meio do ano conexões para mercado corporativo com novo protocolo e  também realizar testes com usuário final.</h2>
O Brasil deverá concluir a migração para o <span class="external-link">IPv6</span> (Internet Protocol versão 6) até janeiro de 2013. A previsão é do  Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), ligado ao  Comitê Gestor de Internet do Brasil. O órgão vem devolvendo uma série de  ações para estimular os evolvidos no desenvolvimento da web no País a  habilitarem em suas redes o novo padrão. As teles se comprometeram a  entregar conectividade baseada na tecnologia até o meio desse ano e  também realizar testes com o usuário final.

O IPv6 é o substituto do IPv4, o principal protocolo de comunicações  da Internet, que está ficando sem espaço para endereços IP. A nova  versão não é compatível com a antiga, por isso as operadoras de rede e  sites precisam atualizar hardware e software para suportá-lo.

As operadoras de rede podem tanto trabalhar com ambos, no que é  chamado de modo dual-stack, ou fazer a “tradução” entre IPv4 e IPv6.  Apesar disso, especialistas dizem que o funcionamento simultâneo poderá  gerar lentidão e custos extras, exigindo a substituição do antigo  padrão.

Para medir o grau de adoção do novo protocolo no Brasil, o Nic.br  realizou na semana passada um teste nacional com mais de 180 websites de  aproximadamente 80 organizações do País que já tinham ativado a  tecnologia.

A avaliação técnica em grande escala aconteceu na Campus Party  durante a “Semana IPv6”. Participaram da iniciativa provedores de  acesso, empresas de conteúdo, operadoras de Telecom, fabricantes e  diversas entidades. Entre os que aderiram ao movimento estavam UOL,  Alog, Globo.com, iG, Telefônica, Terra, e USP.

A “Semana IPv6” foi a versão brasileira inspirada no “World IPv6  Day”, teste mundial realizado em junho do ano passado. Como um dia foi  pouco para fazer as análises, o Nic.br resolveu estender o período e  aproveitar o laboratório da Campus Party, que segundo os organizadores  atraiu cerca de 7 mil visitantes.

“O objetivo era verificar se o IPv6 iria funcionar sem quebrar o  IPv4. A conclusão é que não houve prejuízo e alcançamos a nossa meta”,  conta Antonio Moreiras, coordenador do projeto IPv6.br do Nic.br. A  proposta era reunir não apenas os websites, mas também os provedores e  os usuários para fazermos testes mais próximos da realidade.

A experiência, segundo o especialista, estimulou internautas a  navegar em cima da nova tecnologia e deu oportunidade para as empresas  corrigirem falhas.

Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/02/13/brasil-deve-migrar-para-ipv6-ate-o-inicio-de-2013/" target="_blank"> http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/02/13/brasil-deve-migrar-para-ipv6-ate-o-inicio-de-2013/</a>]]></content:encoded>
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		<title>Videoconferência ajuda o governo federal a economizar R$ 1 bilhão em passagens aéreas e diárias</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/videoconferencia-ajuda-o-governo-federal-a-economizar-r-1-bilhao-em-passagens-aereas-e-diarias</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 13:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[A redução nos gastos com esses serviços, em comparação à 2010, foi de 43%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="htres-desc-leitura-materia">A redução nos gastos com esses serviços, em comparação à 2010, foi de 43%.</h3>
<div id="texto-nivel3">
<div id="conteudo">
<div class="texto">

O governo federal economizou R$ 1 bilhão em despesas com passagens  aéreas e diárias em 2011. Segundo dados do Ministério do Planejamento,  na comparação com 2010, houve redução de 43% nos gastos com esses  serviços. As despesas registradas no ano passado somaram R$ 1,3 bilhão  ante R$ 2,3 bilhões em 2010.

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, atribuiu a economia à  adoção de tecnologias alternativas. Segundo o secretário de Logística e  Tecnologia da Informação, Delfino Natal de Souza, o uso de recursos como  videoconferências, portais colaborativos e redes sociais contribuiram  para a redução dos gastos. “A adoção de novos mecanismos tecnológicos  trouxe como resultado a modernização da gestão”, disse o secretário.

“Estamos determinados em dar continuidade à melhoria do gasto,  otimizando os recursos para que sejam, cada vez mais, revertidos para a  melhoria dos serviços à população e ao aprimoramento da gestão. Tudo  isso foi feito sem prejuízo aos serviços estratégicos e sem penalizar os  resultados. Estamos tirando excessos. Trata-se de uma mudança de  cultura no governo federal”, explicou Miriam Belchior.

Fonte:  <a href="http://cio.uol.com.br/noticias/2012/01/25/videoconferencia-ajuda-o-governo-federal-a-economizar-r-1-bilhao-em-passagens-aereas-e-diarias/" target="_blank">http://cio.uol.com.br/noticias/2012/01/25/videoconferencia-ajuda-o-governo-federal-a-economizar-r-1-bilhao-em-passagens-aereas-e-diarias/</a></div>
</div>
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		<item>
		<title>Microsoft anuncia novo sistema de arquivos para o Windows</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/microsoft-anuncia-novo-sistema-de-arquivos-para-o-windows</link>
		<comments>http://www.psmi.com.br/noticia/microsoft-anuncia-novo-sistema-de-arquivos-para-o-windows#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 18:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Chamado de ReFS, serviço chega para substituir o envelhecido NTFS, usado em todas as versões do sistema atualmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">Chamado de ReFS, serviço chega para substituir o envelhecido NTFS, usado em todas as versões do sistema atualmente.</h2>
<div class="texto">

O lançamento do Windows Server 8 trará um sistema de arquivos  inteiramente novo, chamado ReFS (Resilient File System), que resolverá  muitas das falhas do envelhecido NTFS (New Technology File System) usado  atualmente em todas as versões atuais do Windows, segundo anunciou a  Microsoft nesta terça-feira, 17/1, em seu <span class="external-link">blog</span>.

A empresa espera usar o sistema para substituir o NTFS em desktops e  outras versões do Windows, disse o presidente da divisão do sistema na  Microsoft, Steven Sinofsky.

O sistema de arquivos está sendo desenvolvido para funcionar com uma  ampla variedade de aparelho “desde as menores máquinas até os maiores  data centers”, afirma o gerente de desenvolvimento da companhia,  Surendra Verma. O ReFS poderá suportar nomes e caminhos de arquivos com  até 32.000 caracteres. Ele pode hospedar páginas com até 18 <span class="external-link">quintilhões</span> de bytes e um máximo de 18 quintilhões de arquivos.

O ReFS vai manter a compatibilidade inversa, na maior parte, com o  NTFS, mas adiciona novos recursos para suportar um número maior de usos.  Por exemplo, o novo sistema não exigirá operações periódicas de  verificação de disco, que pode reduzir a velocidade de boot de discos  muito grandes.

Ele também pode ser reparado sem deixar todo o sistema offline, o que  é algo útil para serviços críticos. O novo sistema ainda poderá  corrigir automaticamente dados que foram escritos incorretamente no  disco.

“O que eu vejo aqui é que a Microsoft está pegando muito do que  aprendemos sobre como os sistemas de arquivos são usados e levando isso  além”, afirmou o analista da consultoria IDC, Al Hilwa.

“O foco parece ser tempo produtivo e capacidade de recuperação. A  principio, essas técnicas já estão sendo usadas por empresas de  armazenamento, mas integrá-las ao sistema de arquivos torna possível  oferecer serviços ainda mais flexíveis para os usuários e empresas.”

O novo sistema de arquivos estará disponível primeiramente no  lançamento do Windows Server 8. A Microsoft não revelou quando o ReFS  chegará a outras versões do Windows 8.

Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2012/01/17/microsoft-anuncia-novo-sistema-de-arquivos-para-o-windows/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2012/01/17/microsoft-anuncia-novo-sistema-de-arquivos-para-o-windows/</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Chrome é o navegador mais seguro do mercado, diz estudo</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/chrome-e-o-navegador-mais-seguro-do-mercado-diz-estudo</link>
		<comments>http://www.psmi.com.br/noticia/chrome-e-o-navegador-mais-seguro-do-mercado-diz-estudo#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 16:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Accuvant analisou também Internet Explorer e Firefox, e concluiu que browser da Google é o que possui as melhores ferramentas de proteção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">Accuvant analisou também Internet  Explorer e Firefox, e concluiu que browser da Google é o que possui as  melhores ferramentas de proteção.</h2>
<div class="texto">

Ainda que o momento do Firefox seja cercado de incertezas, é preciso admitir que o mês do Chrome tem sido ótimo. Além de ter <span class="external-link">ultrapassado</span> o rival, obtendo a segunda colocação no mercado de navegadores, o  software foi eleito o mais seguro entre os três browsers mais populares.

“Chrome e Internet Explorer implantaram sistemas que coíbem  explorações, e o Firefox está atrás por não contar com a ferramenta de  endurecimento JTT”, diz o estudo, conduzido pela companhia de segurança  Accuvant.

O programa da Google, além disso, possui sandbox, “implantado de  forma compreensiva e inteligente”, o que o torna o “mais protegido  contra ataques externos”, diz a empresa.

A pesquisa, é preciso ressaltar, foi patrocinada pela própria gigante das buscas, mas as ferramentas utilizadas estão <span class="external-link">disponíveis</span> para que os próprios internautas façam seus testes.

Embora muitos comparativos valorizem relatórios de vulnerabilidades e  listas de sites maliciosos bloqueados, a Accuvant preferiu atentar para  técnicas que impedem invasões.<strong>
</strong>

<strong>A análise</strong>
Em cinco conceitos – correções de  segurança, navegação segura, Sandbox, KIT e arquitetura para plugins – o  Chrome oferece tirou nota máxima, alegou a Accuvant. O IE ficou em  segundo, por conta de deficiência no sandbox e no JIT, e o Firefox, em  último, por falhar também na integração dessas duas ferramentas.

O Chrome ganhou pontos por ser o mais rápido nas atualizações. Seus  patchs são liberados, na média, a cada 53 dias, enquanto que, no caso do  Firefox, a cada158. No Internet Explorer o número sobe para 214.

Os três softwares – que, juntos, representam 93% do mercado – foram  analisados em um computadores com o sistema Windows 7. A conclusão, de  certa forma, vai na mesma direção que o evento hacker Pwn2Own, no qual o  Chrome não foi <span class="external-link">batido</span> pelos desafiantes.

É verdade que há motivos <span class="external-link">ideológicos</span> para se manter com o Firefox, além, é claro, das suas qualidades como  programa. Ele é um browser seguro e pode ficar ainda mais quando se  baixado na versão desenvolvida pela empresa alemã Sirrix AG, chamada de <span class="external-link">BitBox</span>.

Ainda assim, quanto mais pesquisas são feitas, mais fica claro que,  dentre os três principais navegadores, o Chrome é, de fato, a melhor  escolha em se tratando de segurança.

Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/12/09/chrome-e-o-navegador-mais-seguro-do-mercado-diz-estudo/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/12/09/chrome-e-o-navegador-mais-seguro-do-mercado-diz-estudo/</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mais da metade dos brasileiros gasta até R$ 500 em compras online</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/mais-da-metade-dos-brasileiros-gasta-ate-r-500-em-compras-online</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 12:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo levantamento com cerca de mil internautas no país, comodidade é o principal fator para adquirir produtos na web; aparelhos eletrônicos são os preferidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">Segundo levantamento com cerca de mil  internautas no país, comodidade é o principal fator para adquirir  produtos na web; aparelhos eletrônicos são os preferidos.</h2>
<div class="texto">

Mais de 50% dos internautas brasileiros gastam entre 100 e 500 reais  em cada compra online realizada na web, de acordo com uma pesquisa  encomendada pelo MercadoPago, plataforma de pagamentos online usada por  sites como o MercadoLivre.

Realizado com mais de 2 mil internautas da América Latina, sendo  cerca de mil deles do Brasil, o levantamento da consultoria OH!Panel  mostra também que 21,6% dos brasileiros está disposto a gastar cerca de 1  500 reais nas aquisições feitas na Internet.

Além disso, o estudo revela que a comodidade da compra em alguns  cliques é a principal razão para os brasileiros escolherem compras  online, com 62,4% dos votos, seguida de perto por segurança (60,6%) e um  pouco mais de longe por confiança no sistema (50,8%).

Já entre as preferências de compras online, os equipamentos  eletrônicos dominam com muita folga entre os internautas do Brasil com  52% dos votos. Bem atrás ficaram os setores de vestuário e acessórios  (9%); informática (8%); música, filmes e livros (4%); viagens e turismo  (2%).

<strong>Compradores e vendedores</strong>
Outro dado interessante é  que, de todos os entrevistados na América Latina, que incluem moradores  de Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Venezuela, quase 4 em  cada 10 (37,7%) venderam produtos e serviços pela Internet.

No Brasil, os produtos mais vendidos por meio de plataformas online  de pagamento são: eletrônicos (53%); vestuários e acessórios (16,4%);  itens de computação (15,4%); automóveis (15,2%) e livros (11%).

Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/11/25/mais-da-metade-dos-brasileiros-gasta-ate-r-500-em-compras-online/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/11/25/mais-da-metade-dos-brasileiros-gasta-ate-r-500-em-compras-online/</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A internet das coisas vem aí?</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/a-internet-das-coisas-vem-ai</link>
		<comments>http://www.psmi.com.br/noticia/a-internet-das-coisas-vem-ai#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 16:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[No futuro, qualquer coisa poderá ter uma presença on-line, gerando dados que poderiam ser usados de formas inimagináveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">No futuro, qualquer coisa poderá ter uma presença on-line, gerando dados que poderiam ser usados de formas inimagináveis.</h2>
O calcanhar da chuteira foi um dos primeiros exemplos da Internet das  Coisas, mas Andrew Duncan não sabia disso na época. &#8220;Minha namorada foi  capaz de me ver na tela do computador quando fiz uma caminhada de cinco  quilômetros&#8221;, lembra Duncan, um consultor de tecnologia de Los Angeles,  que participava de uma caminhada para angariar fundos para combate ao  Alzheimer, em novembro de 2010.

Seu sapato, equipado com GPS, é da GTX Corp e custa 299 dólares, com  uma assinatura mensal wireless. Esse é um exemplo amplamente previso da  Internet das Coisas, em que qualquer coisa com inteligência (incluindo  máquinas, estradas e edifícios) terá uma presença on-line, gerando dados  que poderiam ser usados de formas inimagináveis atualmente.  Observadores da indústria discordam apenas que estamos longe disso  e ficção científica melhor retrata o que está vindo.

&#8220;Qualquer coisa inteligente teria uma presença on-line&#8221;, diz o analista da ABI Research, Sam Lucero.

O Chief Futurist da Cisco, Dave Evans, concorda. Ele prevê 50 bilhões  de aparelhos conectados até 2020, e as redes sociais para conectá-los.  &#8220;Nos próximos anos, qualquer coisa que tenha um interruptor on-off  estará na rede&#8221;, diz ele. &#8220;Prevejo que ocorrerá em praticamente todos os  setores e fluxos da vida.&#8221;

E essa grande onda já começou&#8230;

&#8220;Há várias indústrias em que a Internet das Coisas está acontecendo&#8221;,  diz Steve Hilton, de uma consultoria sediada em Londres, Analysis  Mason. Está acontecendo nas áreas de energia e utilities, automóveis e  transporte, e segurança e vigilância. Há um &#8220;pouquinho na saúde&#8221;,  acrescenta. Se você incluir o leitor de e-books como o Kindle, que já  está acontecendo no campo do consumidor.

Ainda não estão acontecendo, diz ele,  na linha branca de  eletrodomésticos. &#8220;Os vendedores querem, mas eu não acho que vai ser um  grande mercado&#8221;, diz Hilton. &#8220;Se custa um extra de 150 dólares, você  compraria? Nesse caso, a tecnologia está à frente da demanda do  mercado.&#8221;

A vice-presidente da IBM Research, Katharine Frase,  pergunta o que  os modelos de negócio poderiam desenvolver para a máquina de lavar  roupa, o termostato e o aquecedor de água serem geridos em conjunto, por  qualquer consumidor. &#8220;Nós vemos uma disposição das pessoas em  compartilhar informações entre si se vão receber algo de volta. Se  houver algum benefício, como se souber que posso reduzir a conta de  energia quando eu estou tomando banho, então pode ser OK&#8221;.

&#8220;Os investimentos estão sendo feitos agora&#8221;, acrescenta o gerente de  produtos da Microsoft Windows Embedded, Kevin Dallas, que se recusou a  dar exemplos específicos. &#8220;Estamos vendo isso em todas as indústrias, e  vamos começar a ver os resultados nos próximos dois a três anos.&#8221;

Dallas prevê vários possíveis cenários de futuro próximo com base na Internet das Coisas:
<ul>
	<li>Como membro de um programa de fidelidade, você envia sua lista  de compras a uma loja. Recebe uma tag RFID na chegada, e os sinais  digitais de exibição em rede da loja vão direcioná-lo pelos corredores,  de item para item, para encontrar o que você precisa.</li>
	<li>Sua  geladeira monitora o seu conteúdo e faz sugestões para reabastecimento  (refrigeradores com conectividade já estão no mercado, incluindo um da  Samsung, mas para Hilton, atualmente não há demanda de mercado)</li>
	<li>Seu  carro prevendo para onde vai e com sugestões se você perguntar qual  posto de gasolina mais próximo, utilizando os dados da nuvem. (Toyota e  Microsoft já estão construindo serviços como esses.)</li>
	<li>Seu carro,  adicionalmente, monitora suas funções internas e oferece conselhos de  manutenção, como o OnStar, uma facilidade de diagnóstico remoto que já é  oferecida pela General Motors e, agora, por fabricantes de outros  carros.</li>
	<li>Seu carro pode ter uma caixa-preta de dados que podem  ser submetidos à sua companhia de seguros, em um esforço para obter  taxas reduzidas, assumindo que os dados constituem evidência de uma  condução segura. Um número de empresas de seguro do carro já oferece  políticas de uso de dados coletados por um instrumento montado no carro.</li>
	<li>Seu  carro pode enviar-lhe um aviso, se o adolescente estiver dirigindo numa  determinada velocidade, ou por meio de um especificado &#8220;geo-fence&#8221;,  como pode agora ser feito com certos dispositivos.</li>
</ul>
&#8220;Depois de três ou quatro anos, irá além de varejo, e depois de dez  anos toda a nossa vida será diferente do que podemos imaginar agora&#8221;,  prevê o estrategista da Compass Intelligence, uma empresa de consultoria  em Scottsdale, Arizona, Kneko Burney.&#8221;Em dez anos, não vai ser estranho  ter um fone de ouvido de telefone celular embutido no próprio ouvido.&#8221;

Na China, o premiê Wen Jiabao fez da Internet das Coisas uma meta  nacional, observa o professor do MIT, Edmund W. Schuster, que trabalha  no Auto ID Center da universidade. &#8220;Os chineses veem como parte  fundamental de uma sociedade harmoniosa, especialmente aquilo que  tornaria mais fácil coordenar os serviços nas cidades densamente  povoadas&#8221;, diz Schuster.

Além disso, o governo municipal de Wuxi, um subúrbio de Xangai,  anunciou a intenção de construir um parque temático baseado em Internet  das coisas.

<strong>Origem no M2M</strong>

A Internet das coisas começou há cerca de 15 anos com a ideia das  tecnologias machine-to-machine (M2M) para monitorar ativos remotos. A  maioria acabou extinta com as redes proprietárias, explica Alex  Brisbourne, chefe do Kore Telematics, um provedor de serviços sem fio.

A mudança para a Internet das Coisas iniciou em 2001, &#8220;quando  começamos a ter os IP (Internet Protocol) oferecidos por meio de redes  de telefonia celular&#8221;, lembra ele.

&#8220;A Internet das Coisas é um termo mais novo, mas significa o mesmo  que M2M&#8221;, concorda o analista da Research Beecham, Bill Ingle. &#8220;As  operadoras têm se interessado em M2M nos últimos dois anos como outra  fonte de receitas, quando o mercado de voz começou a saturar.&#8221;

Lucero, da ABI Research, acrescenta que há uma sobreposição  considerável entre a Internet das Coisas, M2M, RFID, medidores  inteligentes, redes de sensores diversos e sistemas de controle  industrial e automação residencial.

<strong>A tecnologia</strong>

Um grande catalizador será disseminação do IPv6, que tem o potencial  de oferecer endereços de Internet suficientes para cada átomo na face da  terra, observa Evans.

&#8220;Não há barreiras técnicas&#8221;, concorda Burney. O fator limitante é o  custo dos microcomponentes, a largura de banda das redes sem fio, as  estratégias de negócios e a capacidade dos humanos de absorver tanta  informação, acrescenta.

Os laboratórios da HP Labs estão atualmente desenvolvendo sensores de  nanotecnologia para Internet das Coisas, diz o cientista sênior da HP e  diretor do Grupo de Pesquisa em Nanotecnologia de laboratórios da  empresa, Stan Williams. Até agora, seu laboratório desenvolveu um  dispositivo baseado em MEMS para vibração, detecção e movimento, que  pode sentir a vibração em três eixos. A HP está trabalhando também com  sensores para sabor e cheiro baseados em laser. Ambos ocupam cerca de um  milímetro quadrado, o que significa que sua produção pode ser muito  barata.

No próximo ano, os laboratórios da HP estarão montando seu primeiro  grande projeto usando tecnologia da Internet das Coisas, um projeto de  imagem sísmica para a Shell Oil, dando transparência para os 20  quilômetros da crosta da Terra por uma área de 10 quilômetros quadrados.  &#8220;Nós vamos fazer o mesmo para a Terra, como já foi feito com as imagens  dentro dos seres humanos&#8221;, diz Williams.

Mas, uma vez que a Internet das Coisas se generalizar, o volume de  dados que será gerado será milhares de vezes maior que o atual, então a  tecnologia de processamento &#8220;terá de ser milhares de vezes mais capaz&#8221;,  acrescenta Williams. &#8220;Isso é possível? Sim&#8221;.

Os processadores podem ser capazes mas, &#8221; quando vamos ficar sem  largura de banda?&#8221;, pergunta Katharine, da IBM. Para evitar isso, as  informações deveram ser, de alguma forma, filtradas. A IBM está  trabalhando em processamento de fluxo (para discernir sinais de ruído,  utilizando análise rudimentar), e está fazendo outros trabalhos para que  a atual largura de banda seja eficaz. O objetivo, diz Katharine, é   &#8221;torná-la mais acessível para implementar dispositivos.&#8221;

Enquanto isso, os dispositivos ligado à Internet das Coisas precisará  de novas interfaces de usuário, que deve ser intuitivo, observa Burney.  A tecnologia básica, as interfaces e até mesmo os procedimentos para  inicializar novos dispositivos envolverão novas especializações que  exigirão extensa parceria com a indústria, prevê.

<strong>Privacidade e segurança</strong>

Sejam quais forem os desafios e vantagens da Internet das coisas, os  usuários querem que seus dados permaneçam privados. E ainda não há  resposta sobre como isso pode ser assegurado.

&#8220;Nós não chegamos lá ainda&#8221;, afirma Schuster, do MIT , em relação ao ambiente de segurança necessário.

&#8220;Você poderia invadir seu medidor de energia e chegar até à usina de  energia nuclear do outro lado da linha?&#8221;, pergunta Brisbourne. &#8220;Para ser  totalmente honesto, há projetos em nível federal, onde há gente  tentando fazer exatamente isso e descobrir para onde realmente levam os  buracos de segurança.&#8221;

Já existe uma força-tarefa na Comissão Europeia para estudar questões  de privacidade em relação à Internet das Coisas, diz Dan Caprio, que  trabalhou na Comissão Federal de Comércio que atualmente é um consultor  estratégico do escritório de advocacia em Washington McKenna Long &amp;  Aldridge LLP. No ano passado, a Comissão Europeia o nomeou especialista  em Internet das Coisas.

&#8220;Há uma suposição, tanto na Europa quanto nos EUA, que teremos uma  Internet das coisas&#8221;, diz ele, acrescentando que se espera que a  força-tarefa da CE faça suas recomendações em 2012 ou 2013.

Nos EUA, segundo Caprio, a abordagem que concentra na proteção de  informações sensíveis relativas às crianças, informações de saúde e  informações financeiras.

&#8220;Os europeus têm um monte de regulamentos, mas poucas ações para  serem executadas&#8221;, observa ele. &#8220;Nós (nos EUA) não têm os regulamentos  de base, mas temos uma protecção eficaz contra as práticas enganosas.&#8221;

Nos EUA, os anunciantes podem achar especialmente atraente encontrar  dados recolhidos pela Internet das coisas, nota Burney. Levará de três a  cinco anos para descobrir o que é legalmente prudente, mas &#8220;eu acho que  o resultado se assemelhará a um lista do que não se pode fazer, com os  usuários tendo o controle sobre os dados de si mesmos que eles querem  compartilhar&#8221;, diz.

Mas com um sistema inteligente contextualizado, posicionado  corretamente, com a informação certa, no momento certo do anunciante  certo &#8220;, será quase um prazer ser anunciado&#8221;, prevê. &#8220;As pessoas podem  vir a gostar de propagandas, desde que elas tenham valor.&#8221;

Automóveis, edifícios, medicina, entretenimento e até mesmo  publicidade - parece que a Internet das Coisas acabará por tocar quase  todos os aspectos da vida. O resultado final poderia ser tão  inimaginável hoje como a rede de energia elétrica moderna teria sido  para Benjamin Franklin.

Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2011/11/18/a-internet-das-coisas-vem-ai/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2011/11/18/a-internet-das-coisas-vem-ai/</a>]]></content:encoded>
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		<title>A segurança da computação em nuvem e a efetividade do crowdsourcing</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/a-seguranca-da-computacao-em-nuvem-e-a-efetividade-do-crowdsourcing</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 13:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto um modelo reduz os gastos, o outro aumenta a arrecadação. Temê-los, segundo o gerente da IBM e o proprietário da Ideias.me, é injustificável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">Enquanto um modelo reduz os gastos, o  outro aumenta a arrecadação. Temê-los, segundo o gerente da IBM e o  proprietário da Ideias.me, é injustificável.</h2>
<div class="texto">

A palestra, promovida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e  Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) nesta terça-feira (11/10) –  durante o 3º Congresso de Crimes Eletrônicos –, tinha como objetivo  discutir a <span class="external-link">computação em nuvem</span> e o crowdsourcing. A união desses dois conceitos em um mesmo debate  sobre segurança tem sentido: tanto em um como no outro, a impressão  inicial é que a empresa perde o controle absoluto sobre seus dados.

No entanto, na opinião de Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias  da IBM Brasil e colunista da COMPUTERWORLD, a discussão sobre a  segurança da nuvem não tem muito sentido. “É muito mais fácil invadir  pequenas instalações – ação que muitas vezes nem sequer é percebida – do  que um servidor de cloud da Amazon, por exemplo”, afirmou.

Ele compara esse aspecto aos acidentes de carro, frequentes, e de  aviões, que são raros. O número de vítimas nas estradas é muito maior do  que as de desastres aéreos, mas a <span class="external-link">repercussão</span> destes é superior, tal qual os problemas enfrentados por grandes empresas de cloud.

Rafael Zatti, proprietário da Ideias.me – plataforma de crowdsourcing  -  foi na mesma direção. “Já estive do outro lado e posso dizer que é  bem mais simples derrubar 50 empresas em um dia do que derrubar um único  servidor da Amazon em um mês”.

Segundo o executivo, deixar o armazenamento de dados a cargo de uma  companhia especializada – a fim de torná-los acessíveis  independentemente do dispositivo utilizado – não é diferente de práticas  já consagradas no mercado corporativo como a virtualização e a  terceirização.

“Há menos de vinte anos, a polêmica era sobre a utilização do cartão  de crédito em transações pela Internet. Eu peguei uma apresentação dessa  época, alterei apenas os nomes e ninguém notou o que eu tinha feito”,  disse. “A preocupação existe, mas o modelo cliente/servidor não é novo”.

A política de segurança, de acordo com o especialista, tem de avançar  na mesma velocidade do desenvolvimento tecnológico – o Siri, novo  recurso do <span class="external-link">iPhone</span> que permiti controlá-lo pela voz, foi usado como exemplo. “A TI não  deve ser a controladora, mas a facilitadora. Não se pode combater o  incontrolável”.

O incontrolável, no caso, seria o indivíduo, que, mesmo diante de  normas rígidas, insistirá em utilizar redes sociais nas máquinas da  empresa e finalizar trabalhos corporativos em dispositivos pessoais.  “Não há sistema que o usuário não possa deixar vulnerável”, garantiu  Zatti.

“Educação é fundamental”, afirmou Taurion, “Deve-se regular o  comportamento, mas, se a empresa tem medo de que um funcionário vaze  suas informações, isso não é responsabilidade da área de TI, mas da de  RH”.<strong>
</strong>

<strong>Crowdsourcing</strong>
Rafael Zetti começou sua exposição  lembrando um caso de sucesso. Em 2001, a Goldcorp – mineradora canadense  – passava para uma grave situação financeira. Seu presidente, depois de  ver uma palestra de Linus Torvalds, criador do Linux, resolveu adotar o  modelo de crowdsourcing e abrir a empresa para colaboração externa.

Os mapas das minas foram divulgados e, em pouco tempo, mais de 50  estudos chegaram, com dicas sobre onde mais ouro poderia ser encontrado.  A corporação se reergueu: se há dez anos sua arrecadação anual ficou em  300 milhões de dólares, no último ano chegou a nove bilhões.

“Trabalhamos com enorme dificuldade no Brasil”, admitiu Zetti.  “Embora grandes empresas já estejam investindo no modelo – Vivo, Fiat,  Tecnisa – a maioria ainda teme adotá-lo, por puro desconhecimento”.

As companhias são reticentes, pois não querem dividir seus segredos  com os concorrentes. No entanto, segundo o executivo essa preocupação  não se justifica. “O tempo em que os dados ficam abertos é muito  pequeno: o bastante para receber boas sugestões, mas insuficiente para  que rivais desenvolvam produtos baseados nas informações partilhadas”.

A Netflix é outra marca fiel ao crowdsourcing. Ela sempre teve um  algoritmo que analisa as preferências dos clientes para recomendar novos  filmes, mas, em 2006, decidiu liberá-lo à comunidade. Para Zetti, essa é  uma das razões de ter crescido tanto em tão pouco tempo.

Taurion, por sua vez, citou a indústria farmacêutica. Muitas  companhias do setor estão prestes a perder patentes de importantes  medicamentos e, por isso, têm tentado acelerar o desenvolvimento de  novas drogas, costumeiramente lento e complicado. A Bayer, uma das  gigantes, optou pelo crowdsourcing, revelando estudos ainda não  concluídos e pedindo auxílio de pesquisadores espalhados ao redor do  mundo. Alegou ter chegado ao “limite da inovação”.

“As companhias brasileiras não perceberam o que as americanas  descobriram no começo da década passada”, ressaltou, destacando a  dificuldade em convencê-las não só da legitimidade do modelo, mas também  de sua efetividade. “Nunca ouvi falar de alguém que começou a investir  no crowdsourcing – e fez direito – e desistiu”.

Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2011/10/11/a-seguranca-da-computacao-em-nuvem-e-a-efetividade-do-crowdsourcing/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2011/10/11/a-seguranca-da-computacao-em-nuvem-e-a-efetividade-do-crowdsourcing/</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Biblioteca na nuvem cria no Brasil o empréstimo de e-books via Internet</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/biblioteca-na-nuvem-cria-no-brasil-o-emprestimo-de-e-books-via-internet</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 18:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançada nesta quinta-feira (1.º/9), "Nuvem de Livros" nasce com acervo de 3 mil títulos e dá atenção especial a escolas e universidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">Lançada nesta quinta-feira (1.º/9),  &#8220;Nuvem de Livros&#8221; nasce com acervo de 3 mil títulos e dá atenção  especial a escolas e universidades.</h2>
<div class="texto">

Uma biblioteca na nuvem. Esse é o serviço que a <span class="external-link">Gol Editora</span> lança hoje, 1.º de setembro, durante a <span class="external-link">XV Bienal do Livro Rio</span>, evento que ocorre até dia 11/9 no Riocentro, no Rio de Janeiro. Chamada de <span class="external-link">Nuvem de Livros</span>, a novidade - disponível inicialmente para portadores de  senhas, mas que estará aberto ao público em questão de dias - já nasce  com um acervo de 3 mil títulos, escolhidos sob a curadoria do escritor <span class="external-link">Antônio Torres</span>, e um público potencial inicial de 80 milhões de leitores.

“Nós estávamos pesquisando esse tipo de plataforma havia algum  tempo”, diz o diretor de relações institucionais do Gol Grupo, Roberto Bahiense.  “Eis que, no fim do governo Lula, veio a obrigação legal de que, até 2020, toda escola deverá ter uma biblioteca física com pelo menos um  livro por aluno. Achamos que a realidade brasileira não vai se preparar para  esse desafio legal. Imagine toda uma sala de aula ter de compartilhar um  único exemplar.”

A visão da Gol foi conceber um local virtual que pudesse permitir o acesso às mais importantes obras de autores nacionais e estrangeiros – daí a escolha de Antônio Torres, autor de 12 livros e ganhador do Prêmio Jabuti, como curador.

“O enfoque é o mesmo do de uma biblioteca, só que virtual”, explica o escritor. “Nós não vamos vender livros; as pessoas leem e depois devolvem para a nuvem. É um projeto que tem uma preocupação educacional, que pode atingir escolas, universidades e o público em geral”, conta.

<strong>Parcerias</strong>
Para dar corpo à Nuvem de Livros, a Gol  procurou parcerias com editoras e empresas. “Nos propusemos a receber seus acervos em PDF e oferecê-los em um ambiente seguro, que pudesse ser consultado por meio  dos mais variados tipos de equipamento”, relembra Bahiense. Entre as  editoras que aderiram ao projeto e compõem seu acervo inicial estão Ediouro, Nova  Fronteira, Moderna, Conrad e Ibep-Nacional, entre outras.

A Nuvem de Livros está organizada em estantes, tal como uma biblioteca, explica Torres. Mas o escritor confessa dedicar carinho especial aos Clássicos da Literatura, uma das coleções criadas na Nuvem. “Ela abrange dos primórdios à contemporaneidade”, diz. Há obras de Lima Barreto, Augusto dos Anjos, Martins Pena, Gregório de Matos, Lewis Carroll, Franz Kafka, Mark Twain, Molière e Shakespeare, entre muitos outros.

Do lado dos empresários, as parecerias vieram de companhias como Vivo e Itautec – as duas vão embarcar a Nuvem de Livros nos equipamentos que comercializam, atingindo potencialmente 40 milhões de usuários -, além de jornais como O Globo e O Estado de S.Paulo, que a partir de outubro oferecerão o serviço a seus assinantes.

<strong>Escolas</strong>
A intenção da Gol Editora é oferecer a Nuvem de Livros a todos os interessados – pessoas, famílias e instituições -, mas as escolas terão atenção especial. “Para escolas, a adesão custará cerca de 1 real por aluno, por mês, e ele poderá acessar o acervo de qualquer lugar”, cita Bahiense. Nessa situação, o professor poderá, por exemplo, acompanhar a leitura dos alunos. “Ele saberá se o aluno baixou o livro, quantas páginas leu e quanto tempo dedicou à leitura, por exemplo”, diz.

O acesso do público em geral à Nuvem de Livros – e sua divulgação maciça - tem início previsto para o próximo 19 de setembro.  Segundo a editora, o custo da adesão deverá variar de 1 real a 4 reais por mês,  com pagamento por boleto ou cartão de crédito -o que incluirá o direito à consulta de  todo o acervo pelo tempo contratado. “O preço pode variar de acordo com o tipo de  licenciamento, mas em nenhuma hipótese vai superar os 48 reais anuais”, garante o diretor.

Fonte:  <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/09/01/biblioteca-na-nuvem-cria-no-brasil-o-emprestimo-de-e-books-via-internet/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/09/01/biblioteca-na-nuvem-cria-no-brasil-o-emprestimo-de-e-books-via-internet/</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Projeto que define direitos e deveres dos internautas irá ao Congresso</title>
		<link>http://www.psmi.com.br/noticia/projeto-que-define-direitos-e-deveres-dos-internautas-ira-ao-congresso</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 19:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mony</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o ministro Paulo Bernardo, o Marco Civil da web deverá ser enviado na próxima semana para o a Câmara dos Deputados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">Segundo o ministro Paulo Bernardo, o Marco Civil da web deverá ser enviado na próxima semana para o a Câmara dos Deputados.</h2>
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (23/8), ao  participar de audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia e  Comunicação da Câmara dos Deputados, que o texto que trata do marco  civil da internet está pronto.

“Fechamos ontem [22] o marco civil da internet com a [presidente]  Dilma. Nós tínhamos esse projeto, que já vinha sendo discutido há  bastante tempo. Fizemos a revisão, ela olhou cada ponto, percebemos que  havia a necessidade de fazer pequenas mudanças de texto.”

A expectativa é que o texto seja enviado na próxima semana para  apreciação do Congresso Nacional. “É praticamente o que foi feito depois  das duas consultas públicas, a proposta apresentada pelo Ministério da  Justiça, com pequenas modificações”, explicou Bernardo.

Segundo o ministro, o texto não precisará ser revisado antes que a  Casa Civil o envie, já que a presidente finalizou sua revisão na reunião  de ontem. O objetivo do marco regulatório da internet é definir  direitos e deveres dos usuários e das empresas que navegam na rede. Isso  porque, antes de haver condenações por crimes cometidos na web, é  necessário que sejam estipulados, por código, as regras para os  internautas.

Quando um crime é cometido pela internet, por exemplo, é necessário  ter acesso aos registros de conexão. Atualmente, não há nenhuma  regulamentação definida que estabeleça por quanto tempo sites e  provedores devem guardar esses dados e em que condições devem ser  compartilhados.

De acordo com Paulo Bernardo, questões como as responsabilidades dos  provedores também foram definidas. Ele lembrou que a proposta também  tratará de itens como o direito de acesso a informações por parte dos  usuários, os registros de acesso e os quesitos a serem cumpridos pelos  provedores de acesso.

Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/08/23/projeto-que-define-direitos-e-deveres-dos-internautas-ira-ao-congresso/" target="_blank">http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/08/23/projeto-que-define-direitos-e-deveres-dos-internautas-ira-ao-congresso/</a>]]></content:encoded>
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